Spinning e a competição

O spinning em Portugal parece que chegou a uma fase de maturação , já não ocorrem as corridas de outrora a qualquer novidade que saia para o mercado, e agora?

Provavelmente o spinning de mar foi a técnica que sobressaiu nos últimos anos, não em numero absoluto de praticantes mas sim em novos adeptos de uma pesca dinâmica e tremendamente viciante, uma pesca que não obriga a grandes preparações logísticas e com a capacidade de provocar a captura de grandes exemplares.

Os primeiros anos foram os anos da descoberta, poucos eram os pescadores nacionais e a principal informação vertia no Caranx ou no Rapaleando, como é normal a técnica acabou por chegar em força ao território nacional  e com eles vieram fóruns , blogues, etc, etc..

Tudo servia para debate desde um simples clip à mais resistente das linhas,   sobre artificiais escreveram-se autenticas epopeias , as marcas acompanharam as tendências e tivemos a tempestade perfeita, muitos a experimentarem o spinning e a consumirem avidamente o que ia aparecendo desde novidades nipónicas até à mais manhosa das imitações.

Agora as coisas estão bem mais calmas, muitos desistiram, outros vão entrando na modalidade mas as curvas de vendas e aficionados começou a estabilizar e no primeiro caso penso que até a decair,,

Foram as modas das Maria, da LC, das Saltigas, das Katana, dos vinis e agora?

Alguma coisa irá surgir como é óbvio mas os pescadores estão mais maduros, já não compram tanto gato por lebre e não acreditam em amostras milagrosas..

A própria Internet estabilizou e a febre abrandou..

Acredito que a próxima pagina   deste capitulo vai ser impulsionada pela pesca de competição, a mesma que é o motor evolutivo  em outras tantas modalidades irá inevitavelmente entrar no spinning marítimo apeado, não sei se será em Portugal pela mão de uma associação, Federação ou marca de pesca mas estou mais inclinado para a ultima hipótese.

As Associações e a Federação vivem com problemas económicos, existem dificuldades em apoiar modalidades de massas e com um peso histórico relevante, a não ser que o impulso venha do estrangeiro dificilmente irá por ela própria essa competição.

As marcas ainda têm um terreno fértil a ser explorado no spinning, acredito que alguma possa apostar numa competição nacional, e a primeira a efectua-lo será pioneira, no passado já existiram tentativas por um forum de pesca em organizar um torneio nacional, se no inicio o evento parecia ter caminho e pernas para andar com o decorrer dos anos o mesmo perdeu força, organização e passou a ser um encontro informal de conhecidos, na actualidade nem sei se ainda se  realiza e  como ando afastado de fóruns faz anos  desconheço se o forum ainda existe, pelo menos noticias sobre o mesmo não me tem chegado quando outrora era comum tropeçar em informação ou ligações ao mesmo, se não seguiu o mesmo caminho de outros, pouco faltará.

Com o paragrafo acima acredito que a real possibilidade de uma vertente competitiva estará nas marcas ou em uma joint venture entre algumas, no exterior já se vai fazendo algo semelhante em território nacional ainda não.
 Candeia que vai à frente ilumina duas vezes e as marcas presumo que comercialmente não estarão adormecidas, apesar penar que a algumas falta uma estratégia de médio prazo e até de posicionamento de mercado

, os primeiros deixarão um marco importante na pesca de competição em Portugal e apenas bastará organizar uma competição organizada a nível nacional com impacto suficiente para deixar uma página nova na história da pesca desportiva Nacional.

A ver vamos se serei o único a pensar assim, pelo menos fui o primeiro a escreve-lo..

— ATENCIÓN: El artículo pertenece al BLOG de «Robalos na alma» —


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